domingo, 15 de novembro de 2009

"Ars gratia artis" ou, de como o fazer arte é necessidade intrinseca do ser humano

Note o desenho corporal no modelo abaixo (à direita) o desenho orgânico definido  pela diferença nas cores do adorno limitados por uma linha imaginária... pura arte!


O indivíduo abaixo (à esquerda) com o  acessório sobre a cabeça e seu aparente desequilíbrio (a vagem da esquerda maior do que a da direita) faz lembrar os conceitos de Umberto Eco sobre a ambiguidade da linguagem estética em seus tratados de "semiótica",


Note a efemeridade dos adornos e a originalidade com que cada indivíduo se adorna com o que encontra no seu cotidiano... se enfeitam simplesmente pelo prazer de fruir e exibir o belo.


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